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Quais os desafios do Ministério de Pregação?
Falta de unidade no Ministério de Pregação – há muitos que desejam crescer sozinhos, muitas vezes boicotando o irmão e não permitindo que ele cresça;
Pregadores que não viveram a experiência do Batismo no Espírito Santo – falam de algo que não corresponde a sua vida pessoal.
Pregadores que não participaram de Oficinas para pregadores – há muito tempo não participam de retiros do ministério, crendo que já sabem o suficiente para “dar aula” e por isso não se submetem a “sentar” em um retiro e “ouvir”;
Falta de formação contínua – acreditando que não há necessidade de aprendizagem – o que sei já é suficiente – caem no erro de não encontrar subsídios para uma pregação inspirada pelo Espírito e com conteúdo contemporâneo;
Pregadores que não respeitam a duração das pregações ou não conseguem realizá-las no tempo determinado – havendo assim a falta de interesse dos ouvintes devido à elevada quantidade de informações de uma só vez;
Falta de compromisso – hoje uma das grandes dificuldades encontradas no ministério de pregação é a escolha de lugares para pregar de alguns “inspirados pelo Espírito”, fazendo que “grupos de oração menores” não encontrem pregadores de qualidade para suas atividades especiais;
Pregações pessimistas e moralistas – quantos não aproveitam para transmitir suas próprias opiniões mandando assim “recados” através de suas pregações. Outros se utilizam do microfone para “desabafar” aquilo que está guardado em seu coração e que muitas vezes não condiz com o ministério por ele exercido.
Pregadores “profissionais” – em nosso meio (ministério) deparamos com pregadores que exercem certa pressão sobre os participantes fazendo com que se sintam no dever de “pagar” gratificações para ele no final das atividades. Conheço pregadores que estipulam valores de “espórtula” antes de executarem suas funções deixando comunidades inteiras constrangidas devido à dificuldade de alavancar o valor previamente estipulado; é triste como se têm presenciado isso em nosso ministério.
Falta de cura interior – um pregador com o coração ferido à frente do povo tem em suas mãos uma verdadeira “metralhadora” onde pode “derrubar” espiritualmente muitos a sua frente devido às brechas que ele mesmo tem no coração e que são preenchidas pelas próprias conveniências humanas.
Problemas financeiros – não são poucos os pregadores que deixam de exercer a função devido a dificuldades financeiras, muitos Grupos de Oração contribuem com pequenas quantias e que não cobrem as despesas dos pregadores, outros grupos não ajudam nem na gasolina fazendo com que o pregador arque com os custos de seu próprio ministério;
Orgulho e soberba – O maior de todos os erros da vida de um pregador é quando ele começa a ter certo “orgulho” do que ele faz, nestas ocasiões a situação fica embaraçosa para todos, pois em suas pregações fica claro a intenção de se auto-promover.
Este por sua vez evidencia a falta de estrutura para suportar tão poderoso ministério.
Quais são os passos então para uma concreta formação dos nossos pregadores?
Muitos são os passos para esse ministério:
Oração – aí está um ponto fundamental para o discernimento e a auto-correção daquilo que está sendo executado
Busca contínua de formação - é eminente a necessidade de constantes formações para esse ministério para que o pregador tenha sempre ativo na memória todas as diretrizes estabelecidas para o perfeito desenvolvimento do ministério.
“Ardor Missionário” - reavivar o ardor missionário do ministério de pregação. Vencer os seguintes obstáculos:
Insegurança em relação à espiritualidade e vocação da RCC,
Timidez ao testemunhar tudo quanto o Senhor tem feito em nosso meio.
Pregação Inspirada - fortalecer a fé dos pregadores nos dons proféticos, a fim de que acolham as revelações privadas para serem aplicadas na pregação.
Chamado - a conseqüência deste chamado são os frutos da pregação verdadeira – a fé no coração dos ouvintes ( Romanos 10, 17) – estes que não são do pregador, mas são permitidos pelo Senhor que o vemos para que permaneça no coração do pregador o impulso de pregar o Evangelho oportuna e inoportunamente (II Timóteo 4, 2).
Alegria de servir - se a felicidade entra em seu coração exercendo não só esse, mas todos os ministérios, brota e se renova constantemente um profundo amor pelas almas, desejando que cada uma delas tenha um encontro pessoal com o nosso Salvador.
Entre outros que estaremos disponibilizando para uma proveitosa leitura a todos.
Um grande abraço a todos.
Alan Carlos da Costa
Ministério de pregação da Arquidiocese de Sorocaba.
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